Do culto ao corpo, a fisiculturista Marina Camilotti em entrevista

Hoje, cada vez mais, o culto ao corpo tornou-se uma febre mundial, porém, além de pessoas que se preocupam com esta questão estética, há quem faça da malhação, corpos perfeitos e musculosos, sua verdadeira paixão e profissão, estes são os fisiculturistas. Para sabermos um pouco mais deste esporte, Marina Camilotti concede entrevista exclusiva para a Revista Mais falando como é ser uma fisiculturista.

Revista Mais - QuandoentrevistaMarinaCamilotti2 começou a paixão pelo fisiculturismo?
Marina Camilotti - Na verdade, eu venho da dança. Comecei a dança com três anos e sempre fui muito apaixonada por todos os tipos de artes envolvendo o corpo, como teatro, balé clássico, jazz e outros. Depois me formei no ensino médio e comecei a fazer cursinho pré- vestibular em Campinas para medicina, assim eu não tinha mais tempo para me dedicar à dança. Foi então que, começando a treinar em uma academia maior, tive contato direto com atletas fitness e fisiculturistas.

R.M - Quando a paixão foi colocada em prática?
M.C. - Quando terminaram minhas aulas em Campinas, voltei para Pedreira e em novembro de 2013 comecei a treinar com o Romeu Almeida, um dos proprietários da Academia Performance. Desde o inicio ele disse que eu deveria investir em uma preparação maior e que acreditava que eu teria bons resultados com o fisiculturismo.

R.M. - Qual a sua modalidade no fisiculturismo?
M.C. - Entre as duas federações do Brasil, nós optamos por seguir em meu primeiro ano, na Nabba (Federação Brasileira de Musculação), por uma questão de eu estar em uma fase de adaptações e testes de categorias. Já em 2015 o meu ideal é seguir na IFBB (Federação Internacional de Musculação e Fitness).

R.M. - Como é sua alimentação? Qual a base dela?
M.C. - Em “off contest” ou “pré contest”, me alimento basicamente da mesma forma. Os carboidratos são a partir de batata doce, mandioca e aveia. Em “off”, costumo comer banana e tapioca também. Em “pré contest”, esses últimos dois são cortados e os outros têm sua quantidade consideravelmente reduzida. A proteína, eu prefiro o frango ou o ovo, mas também como bastante atum e carnes magras. Em “pré contest” a quantidade de proteína costuma beirar os 250g por refeição. Amo doces e frutas, então aproveito para comê-los no período “off”, mas sem exagero. No “pré contest”, nada de nenhum dos dois.

R.M. - Como é o seu treino e quanto tempo da semana dedica ao seu corpo?
M.C. - Meu treino também se diferencia quando estou em “pré” ou em “off”. Em “off”, os treinos com peso são quatro vezes na semana, sendo um deles funcional só para glúteos e abdômen. Os outros dias, corrida como aeróbico e também gosto de uma aula de ritmos ou zumba para dar uma quebrada na rotina. Em “pré contest”, os treinos com peso se intensificam. Treino seis dias na semana e descanso um, com aeróbico pelo menos meia hora por dia.

R.M. - Qual campeonato já disputou e qual colocação obteve?
M.C. - Em março de 2013 foi minha primeira competição no Campeonato Paulista de Estreantes, na categoria “Toned I”, na qual consegui a terceira colocação. Essa colocação me classificou para o Campeonato “Paulistão”, Liga Paulista de Musculação, que aconteceu em maio e competi na categoria “Wellness”, apesar de também ter classificado em terceiro lugar para o campeonato Brasileiro, este ainda não contou com essa categoria, que é recente dentro da “Nabba” e por isso não pude competir no Brasileiro.

R.M. - Quais os próximos a serem disputados?
M.C. - No momento estou em “off contest” e a partir de dezembro começa meu período de “pré contest”, no qual os treinos e a dieta se intensificam em preparação para próxima competição que será em março do ano que vem.

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Autor: Revista Mais

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